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De repente uma FAMÍLIA

  • Foto do escritor: Chris Joy
    Chris Joy
  • 13 de dez. de 2018
  • 2 min de leitura

Adoção. E aí? Vai encarar?




Quarta. Dia de promoção no cinema aqui em Petrolina. R$8,00 o ingresso. Como estou de "férias" de algumas aulas deu pra encaixar a programação de dois filmes, um seguido do outro.

Eu amo comer no cinema... aff... melhor do que ver o dia amanhecer conversando (e olha que amo de coração fazer isso) ou dançar na chuva... Caramba, como é bom!

Me programei pra sair com Bia. Escolhemos dois filmes e fomos... ela comprou os ingressos e eu fui na Americanas, juntas compramos o combo da Burguer King... entramos.

A sala estava praticamente vazia, pegamos a sessão de 15hs.

DE REPENTE UMA FAMÍLIA. Eu gosto de filmes assim, mas não sabia que ele iria tocar fundo e relembrar um sonho antigo.



Acho que desde que eu me entendo por gente que meu sonho é poder um dia adotar uma criança. Nasci com esse desejo. Acho que somos "escolhidos" pra cumprir uma missão, e a minha ainda não está completa por conta disso!


O filme relata um casal que decide conversar sobre ter filhos, mas se dá conta de que já passou tanto tempo e só fizeram adiar por conta dos estudos e trabalho. Ela pesquisa sobre adoção e ele fica curioso. Resolvem entrar num programa de adoção e serem pais provisórios pra conhecer melhor as crianças... em vez de uma, vem três irmãos... o que muda completamente a rotina da família. Vale muito a pena acompanhar os detalhes, são coisas comuns com as quais a gente se identifica!


Sai do filme com os olhos inchados e uma certeza, EU NASCI PRA ADOTAR. Simplesmente isso. Meu coração é tão aberto pra isso (sejam filhos de outro casamento ou adoção mesmo) ... me pego sonhando em como será o rostinho daquela criança (ou aquelas) que Deus cruzará meu caminho.



Uma cena que morri de rir... a menininha desenha no rosto da "avó", mas com piloto permanente! kkkkkkk

Acho que o modelo "pai, mãe e filhos" são os mais convencionais e mais "comuns" ao sistema que conhecemos como naturais... mas minha casa não é assim, ou nem sempre foi assim. Fui mãe solteira e só casei quando minha filha tinha 7 anos de idade, me separei e continuo o modelo inicial, mãe e filha. Deixo de ser família? Não.

É um modelo que não vai dar certo? Não. Acho que sinceramente devemos repensar o modelo, porque família é toda junção de almas que cuidam uma da outra, sejam avós e netos, mãe e filhos, pai e filhos... tantos modelos que dão certo...


O bom é ter um lar, uma referência, pessoas pra dividir momentos singulares, uma pessoa pra confiar, um ombro pra chorar... ou tirar do sério! kkkkkkk

Amor na essência, tô falando do que é dividido, do que é compartilhado, de conexão de almas... oh como isso é massa! Caramba, como isso é massa!


Amo assistir filmes que me trazem reflexão, que me relembram sonhos ainda não foram concluídos e que lavam minha alma.

Super Recomendo!

 
 
 

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