Vamos falar sobre isso!
- Chris Joy
- 18 de set. de 2018
- 2 min de leitura
Atualizado: 21 de set. de 2018
Suicídio é um grito da alma. Tentei 2x, sem sucesso. Medicamentos (tive que fazer lavagem estomacal) e bebidas (terminei em coma alcoólico).

Minhas experiências são minhas.
Sem julgamento, coma um quilo de sal comigo (frase de Tia Lúcia) e você verá que venci.
Eu tenho uma teoria muito boa pra ser estudada, acredito que poucos vão prová-la cientificamente, pois é mais da área de filosofia.
Acredito que chegamos aqui com alguma "carga emocional" impregnada na alma, isso me explica porque duas crianças (ou mais) criadas sob o mesmo teto e mesmas regras absorvam de modos diferentes as lições dadas pela vida.
Existem dores existenciais, existem "maldições hereditárias" que acredito que já vem impregnadas no DNA. kkkkkkkkkk
Pois bem, na adolescência, quando buscamos nosso caminho (sair do ninho) nos deparamos com letras de música que expressam nossas dores, ou alegrias, são ideologias contidas em cada frase... as amizades, o ambiente que vivemos, que estudamos, as coisas que provamos (bebidas, drogas - para alguns, ou experiências na área da sexualidade) nos definem.
Sim, teríamos que proteger nossa mente, sim, teríamos que ter acompanhamento psicológico... mas e quando as pessoas responsáveis por nós não tem condições financeiras, psicológicas ou emocionais de estar ao nosso lado? Erro? Talvez, mas ninguém consegue dar o que não tem, não recebeu, então criticar os pais e responsáveis não é a solução.
Foram muitos livros, muita oração, muito jejum pra que eu entendesse o meu caminho, não tô dizendo que a solução pra todo mundo seja essa, alguns recorrem a tantos outros caminhos e se dão bem... eu tô falando da minha experiência e o que deu certo pra mim, o que me deu paz... conversar com o Autor da vida e entender que minha vida tem sentido sim (apesar de quase nunca eu seguir o que a sociedade estipula que deve ser feito... ex. Estude, tenha um emprego legal, case, tenha filhos, uma casa boa, um carro, viaje...).
Engravidei aos 17, tive Bia aos 18. Dei educação até os 4 anos sem ela ir à escola. Retomei os estudos (faculdade). Tive meu emprego (escola de inglês). Casei bem depois (com outra pessoa), depois de 7 anos me separei. Vivo de aluguel. Atualmente tenho um carro emprestado (o fusca que doei na época de vacas gordas). kkkkkkkkkkk
Bem diferente do que a sociedade impõe né?! Mas essa é a minha vida, meu modo de resolver as coisas foi esse... errado? Não, algumas coisas evitaria, mas outras faria do mesmo jeito... o que restou de algumas etapas foi a lição, e essa eu posso falar com autoridade no assunto.
Temos que PARAR de rotular as pessoas e dizer o que elas tem ou não tem que fazer... podemos dar conselhos ou tentar ajudar de uma forma ou outra, mas a decisão, a vida, o caminho quem decide é a pessoa gente!
Esteja sempre de ouvidos ou olhos bem atentos, quem sofre de depressão geralmente deixa sinais visíveis.
E outra, eu aprendi na pele que quem tenta o suicídio não é fraco, só não aguenta mais viver com a dor, não sabe resolver os problemas que está envolvido ou não sabe como pedir ajuda...
Seja um alma boa, seja luz, ajude, sem criticar.




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